Quando nos vemos diante do desafio de escrever um texto, seja um texto descritivo, narrativo ou
dissertativo, geralmente pensamos imediatamente que deveremos produzir uma Introdução, um Desenvolvimento e uma Conclusão. Não estamos pensando erradamente; um texto, para ser
compreendido por quem o lê, segue uma sequência lógica de início, meio e fim. O problema está em não
nos atermos mais detalhadamente na construção de cada uma dessas partes.
As “receitas” de redação não acabam com a nossa insegurança diante de um papel em branco. Ela é
simples: a Introdução de um texto é a sua parte inicial, em que se apresenta uma ideia principal a ser
desenvolvida e fundamentada; o Desenvolvimento é o desenvolvimento da ideia principal; e a Conclusão, a
reiteração da ideia principal. E, por fim, um texto deverá ter de 20 a 25 linhas. Mas escrever um texto,
partindo apenas dessas definições, não é suficiente para se escrever um bom texto. Essas orientações tão
conhecidas não resolvem dois problemas que geralmente são observados em um texto mal escrito: o primeiro
diz respeito ao desconhecimento das normas cultas da língua portuguesa (crase, concordância, regência,
etc.), que comprometem sua qualidade.

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